Está disponível no youtbe, completão, um excelente documentário sobre a música brasileira. Com participações de Tom Zé, Lenine, Arnaldo Antunes, Rogério Duprat, entre outros, "Alquimistas do Som" desevenda o experimentalismo na música brasileira, desde o início nos anos vinte e a explosão da bossa nova, até o vanguardismo da Tropicália e os Mutantes.
Obrigatório pra quem gosta de história, de música, e de ouvir gente falando bem!
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Making of: Faith no More, Angel Dust
O canal do vimeo "The Holy Filament", que divulga uma série de raridades em vídeo relacionados ao trabalho do Mr.Bungle e de seus membros (FNM, Mondo Cane, Secret Chiefs 3, etc), colocou lá na íntegra um making of das gravações do clássico Angel Dust, de 1992. Pro shot, foi gravado à época pra MTV. Vale também fuçar o canal e ver uma série de raridades. Se você curte o trabalho de Mike "Deus" Patton e cia., não pode perder.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
reel 2011
Em dezembro, completo um ano de Esporte Interativo e um ano de experiência direta com motion graphics e vídeo. Então, compilei meu primeiro reel, que é um resumo desse primeiro contato.
enjoy it!
enjoy it!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Publicidade Alternativa #5
Seguindo aqui o Publicidade Alternativa com uma pérola trash nerd: os Thundercats de Inhaúma; Afinal, quem melhor representa a imagem de um 'título de capitalização' do que Lion e cia.?
http://www.blogger.com/img/blank.gif
via Kibeloco
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via Kibeloco
domingo, 16 de outubro de 2011
Killian's Quest
Você com certeza já deve ter pirado com aquilo que a Globo chama de "super câmera" nas suas transmissões de esportes (geralmente futebol), não é mesmo?
Então você provavelmente vai curtir o "Killian's Quest". É uma espécie de série produzida por uma empresa de material espotivo gringa. Mas o que importa aqui são as belas imagens em 1000 frames por segundo do chamado surf de montanha (mountain surf, se preferir). Esse esporte consiste basicamente em uma corrida por entre encostas e montanhas.
A beleza do vídeo está não somente no slow motion proporcionado por essa tecnologia de filmagem e a qualidade da pós-produção (destaque para a integração dos letterings com as imagens), mas pela própria prática do esporte em si, que sintetiza a expressão "esporte radical". Vale conferir e ficar sem ar!
domingo, 9 de outubro de 2011
Forfun - Alegria Compartilhada (2011)
O Forfun é uma banda carioca nascida em meados dos anos 2000, em meio à onda do emocore e do novo pop punk. Típica música infantil e fútil, que, como a maioria das “bandinhas” do gênero, atingia um público pré-adolescente; de certa forma acompanhou a própria formação pessoal de seus membros. Para entender essa fase, ouça o primeiro disco, “Teoria Dinâmica Gastativa”, que contém pérolas como “O melhor bodyboarder da minha rua”.O disco seguinte, Polisenso, apresenta um amadurecimento lírico do grupo e uma exploração maior no campo musical, onde a banda passou a flertar bastante com reggae, música latina e brasileira, e um tantinho de hard rock. Além dessas mudanças, ouve também uma mudança de postura, onde o álbum foi distribuído gratuitamente pela internet, o que não os fez deixar de participar de eventos como o VMB, premiação promovida pela MTV, e receber uma indicação a um concurso continental pelo belo clipe da música "Cigarras".
“Alegria Compartilhada”, desse ano, é mais um passo nesse amadurecimento. Dessa vez totalmente desligados de suas influências iniciais, totalmente envolvidos nos novos caminhos, as composições estão ainda mais maduras e elaboradas. A onda “paz e amor”, cantando sobre garças e simplicidade, e odes à cultura carioca, como a faixa “Largo dos Leões” exemplificam a conclusão dessa transição. “Quem vai, vai” é um samba rock agradável e tem tudo para se tornar um hino. “Tropicália Digital” e “Quando a Alma Transborda” trazem bons riffs de guitarra do Danilo, acompanhados de bons groove e timbres do baixo do Rodrigo, vez por outra sustentados por timbres de órgãos típicos do classic rock. “Minha Jóia” traz arranjos dignos de um Los Hermanos. É uma batida de Tim Maia, reggae, hard rock e música brasileira.O novo disco dos cariocas é um divisor de águas impressionante. Ele é basicamente uma conquista de respeito no meio musical na base da raça. Não são mais uma “bandinha”; é de fato uma banda, com apoio de percussionista e metais, com sintetizadores, teclados e samplers, solos de guitarra e slaps no contrabaixo. As letras ainda são um problema, não são grandes composições da música brasileira, e nenhum deles vai atingir um status de Marcelo Camelo ou Rodrigo Amarante; porém, as composições são mais maduras, equilibradas. O irritante tom de voz carioca continua a incomodar, mas não há como não vê-los tocar e não reconhecer a qualidade técnica que sua música atingiu.
O Forfun hoje se tornou um respeitável representante da cena musical carioca e nacional, não só pelo amadurecimento do seu trabalho como pela sua postura, que anda de mãos dadas com o que o futuro da tecnologia proporciona para a música.
Você que está lendo provavelmente não gosta da banda. Se você me conhece, provavelmente estranhou muito ao me ver de início falando bem sobre essa “bandinha”. Mas abram mão do preconceito de dêem uma moral lá no “Alegria”, e garanto que não vão se arrepender.
Literalmente, não custa nada! forfun.art.br
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Flaming Lips - The Dark Side of the Moon
Regravar e revisitar um grande álbum dando a ele a sua personalidade e estética. Pode parecer um tanto quanto petulante, mas foi o que fez o Flaming Lips com seu The Flaming Lips and Stardeath and White Dwarfs with Henry Rollins and Peaches Doing The Dark Side of the Moon.
Juntos os White Dwarfs, ao vocalista Henry Rollins e com a participação da vocalista Peaches em Great Gig in the Sky - e com samples das entrevistas originais que rolam no álbum - a banda recriou esse clássico, não dando apenas a cara do Flaming Lips, mas também uma cara de "Pink Floyd do século XXI". Os exeperimentalismos, samples e efeitos de música eletrônica, synths e distorções que ditam o novo rock alternativo estão presentes nesse disco, que não é apenas "o Flaming Lips tocando Pink Floyd". É realmente uma reinterpretação dessas clássicas músicas atemporais.
Nem tente comparar os discos, pois você provavelmente vai achar um ou outro melhor, mas a intenção não é essa. Clássicos como Time e Money ganharam outra estética e proporcionam uma nova experiência. Ou seja, esqueça a sinfonia de relógios do início de Time, mas se deleite com o ritmo da bateria em On the Run. Ouça (e aproveite) esse presente do Flaming Lips pra quem gosta de Floyd e de boa música.
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